54 · Mianmar (Birmânia) · Construído c. 600
Pagode Shwedagon
Coberto de ouro e coroado de pedras preciosas, avista-se de toda Yangon.
Abre quando o gasto total em monumentos de Mianmar (Birmânia) atingir US$ 100.
Registro De Titulares
O registro está vazio. Quem reivindicar primeiro fica escrito aqui para sempre — a partir de US$ 3.
A História
Em 1825, tropas coloniais britânicas tentaram saquear o monumental sino de bronze Maha Ghanda do pagode. Durante o embarque, a embarcação naufragou e o sino afundou na lama do rio Yangon. Incapazes de resgatá-lo, os britânicos aceitaram a proposta da população local de devolvê-lo ao templo: mergulhadores birmaneses amarraram centenas de varas de bambu debaixo do sino, cuja flutuabilidade acumulada acabou erguendo o pesado sino de volta à margem.
O Ouro Pesado No Corpo Dos Reis
Erguendo-se sobre a colina de Singuttara, em Yangon, o Pagode Shwedagon é o relicário budista mais sagrado de Mianmar, guardando segundo a tradição oito fios de cabelo sagrados do Buda Gautama.
A estupa de noventa e nove metros de altura é revestida por milhares de placas de ouro genuíno. No século XV, a rainha Shin Sawbu iniciou o costume de doar o equivalente ao seu próprio peso corporal em ouro maciço (cerca de quarenta quilos), tradição que monarcas seguintes ampliaram em múltiplos de seus pesos.
O topo do monumento (hti) é adornado com mais de cinco mil diamantes e dois mil rubis, encimado por um diamante de 76 quilates.
Ao redor da base existem oito postos planetários correspondentes aos dias da semana birmanesa, onde peregrinos banham as estátuas com água sagrada. Shwedagon continua sendo o coração espiritual e a alma cívica de Mianmar.